quinta-feira, 6 de julho de 2017

LONEY

O livro promete suspense. As críticas prometem suspense. Mas a história não me pareceu tão cheia de suspense.
Atenção, spoilers adiante!
O personagem principal segue não identificado. Sabemos seu sobrenome, Smith, apenas; e é a partir do seu ponto de vista já como adulto, que somos transportados ao enredo.
Somos apresentados a uma série de personagens, todos conectados pela comunidade católica que frequentam e todos são bastante ortodoxos no que diz respeito à religião. O antigo padre, Wilfred, morre de forma inesperada e um novo padre mais jovem e progressista chega à comunidade.
Padre Bernard é tudo aquilo que o padre Wilfred não era: acessível, maleável e menos ortodoxo. Essas características se opõe às características da comunidade que atenderá, o que, inevitavelmente, causará conflitos.
Logo após sua chegada , a mãe de Smith propõe uma viagem religiosa a um lugar remoto no litoral inglês que já haviam ido com o padre Wilfred, chamado Loney. Sua esperança é que seu filho mais velho, mudo, seja curado na peregrinação ao santuário local.
A estadia dos hóspedes Moorings, casa antiga e conhecida dos personagens, é marcada por uma série de eventos misteriosos e por pessoas nada amistosas. Durante esse período segredos sobre a casa são revelado e um clima de tensão entre padre Bernard e a sra. Smith se instala, já que ela exige que ele aja como o padre Wilfred costumava agir.
Na tentativa de reconstruir os passeios passados, o grupo se depara com um local completamente diferente daquele que haviam conhecido, o que os frustra cada vez mais.
Smith e sei irmão Andrew conhecem pessoas locais que por algum motivo os querem longe dali. No último contato com os dói garotos, Andrew é levado por essas pessoas e ninguém, inclusive Smith, sabe exatamente o que aconteceu.
Tem suspense sim, há bastante tensão na leitura, entrando esperava mais clareza nas informações de história. Fica claro que a recuperação de Andrew não foi um milagre divino.